Templates da Lua

Sou uma menina de quinze anos que ainda acredita em contos de fadas, que gosta de ouvir música no último volume, que não vive sem as amigas, que adora incomodar as irmãs menores, que quer fazer faculdade de jornalismo, publicidade ou psicologia, que é indecisa – graças à mãe-, que é de lua, que se irrita fácil, que não gosta de nada que tenha matemática, que é fascinada pelos livros. Sou uma menina que não acredita em sorte, que quer escrever seu livro, que é viciada em chocolate, que não pode nem ver filme de terror de tão medrosa, que adora ver TV, que odeia estudar, mas estuda. Sou uma menina que quer viajar pelo mundo inteiro, conhecer gente nova e fazer compras, que sonha com seu príncipe encantado, que precisa conhecer, pelo menos, algum dos seus ídolos, para não pensar que há um complô lá em cima contra ela. Sou uma menina careta que quer muito ir para o Caribe com as amigas, ficar moreninha, beijar uns marinheiros gatchenhos e nadar naquela água transparente. Sou uma menina que acredita demais no amor. No único e verdadeiro amor. Aquele para a vida toda. Dayanne, prazer :) Pode me chamar de Day.

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Quinta-feira , 14 de Maio

Whoever She Is (4)

já que vocês estão gostando... :D penúltima parte õ/ ;*

 

Estava menos cansada quando a noite chegou. Tinha tomado café assim que o primeiro bar abriu, e em seguida aluguei um quarto no Hotel de Forks (cada vez mais criativos) e dormi.

         A dona do hotel – assim como a cidade inteira – olhou desconfiada para mim. É claro, em uma cidade de três mil habitantes todo mundo conhece todo mundo. Eu sou a intrusa com um arco e flecha nas costas.

         Tomei um banho assim que acordei e depois saí para voltar à floresta.

         Vida de caçadora não é fácil. Seu trabalho não é reconhecido, você não ganha dinheiro e corre risco de vida todos os dias. Mas eu salvo pessoas. Tem que ser o suficiente.

         Eu estava descendo as escadas do hotel para ir embora quando ouço uma voz familiar falando com a dona do hotel.

         - Loura, um metro e setenta? Ela estava de jaqueta jeans e botas. – perguntava ele.

         Ele estava procurando por mim.

         - Ela fugiu do hospital e precisa de cuidados médicos. – disse outra voz.

         Eu me inclinei mais para poder vê-los.

         Era Emmett, e ele estava acompanhado de um louro alto e muito branco. Tão branco quando o seu jaleco.

         Era um deles, eu reconheceria de longe.

         Se eles acham que vão me trancar em um quarto e me deixar para trás, depois de tanto tempo perseguindo esse cara, eles estão redondamente enganados.

         Eu sabia que eles me descobririam ali, a julgar pela boca grande da dona hotel, então eu subi as escadas correndo novamente. Entrei no meu quarto e fui até a janela. Que droga, eu teria que pular.

         Botei o arco e flecha nas costas e botei o corpo para fora.

         Eu caí no gramado e apesar da dor no tornozelo logo levantei e saí correndo. Em direção à floresta.

 

         O negócio é que eu odeio insetos. Demais.

         Comprei uma lanterna no caminho para a floresta, porque ninguém merece andar pela floresta de noite e sem uma lanterna.

         Bloodred estaria na cabana, eu só tinha que chegar a tempo.

         Foi longa a caminhada, mas desta vez eu já conhecia o caminho, o que facilitou quando escureceu.

         Quando a cabana entrou no meu campo de visão eu pude logo ver dois vultos lá dentro, pela janela quebrada. A luz estava acesa e eu não conseguia ouvir nenhum barulho.

         Os vultos entravam e saiam do quadro da janela, como se estivessem caminhando preocupados. Um era alto e musculoso, o outro, por outro lado, era magro e baixo, quase indefeso. Cheguei a pensar que poderia ser um humano – eu nunca tinha visto um vampiro tão magro.

         Agachada, comecei a me aproximar da casinha de madeira em pequenos passos. Qualquer barulho eles poderiam ouvir. Eu estava chegando cada vez mais perto. Parei atrás de uma árvore e desliguei a lanterna. Logo depois ouvi um barulho de passos atrás de mim. Me sobressaltei e não me desequilibrei por muito pouco. Eu peguei a lanterna novamente e comecei a olhar em volta. Eles poderiam ter me ouvido, ou poderiam ter vigias do lado de fora. Deixei a lanterna no chão e botei meu arco a posto.

         Meu coração batia mais forte e minha respiração estava acelerada. Voltei a minha atenção a janela e vi que os dois vultos ainda estavam lá.

         Saí de trás da árvore com o arco e a flecha. Eu estava próxima o bastante para acertá-los.

         Assim que o vulto grande e musculoso entrou novamente no campo da janela eu atirei a flecha. Pegou nas suas costas, ele caiu e eu ouvi um grito de susto do outro. O vulto pequeno saiu pela janela para ver de onde tinha vindo a flecha, e eu me abaixei rapidamente. Mas ele iria me achar. Eu não tinha dúvidas.

         Ele me acharia pelas batidas do meu coração.

 


Escrito por Daay D. às 14:44
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Quarta-feira , 13 de Maio

 

Oi gurias! Vim aqui responder uma pergunta. Whoever She Is é uma fic de Crepúsculo, gente! Eu disse isso quando postei a primeira parte dela ;)
Também, o Jardel me fez um presente! Olhem *-*



Obrigada, Jardel! :DD

 

Beijos,
Day <3.


Escrito por Daay D. às 15:12
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Terça-feira , 12 de Maio

Whoever She Is (3)

 

lembrando que eu mudei o nome :D obrigada pelos comentários. espero que estejam gostando! beijo ;*

 

Ele afundou a faca no meu braço e por um momento só inalou o cheiro do sangue...

 

Minha dor se conteve a uma careta.

Ele estava prestes a levá-lo a boca quando algo entrou pela janela, quebrando os vidros e fazendo Jason pular de susto. O vulto o golpeou por trás, deixando-me livre. Eu corri para o meu arco e flecha no chão e acertei a flecha estelar no peito do vampiro.

Ele caiu morto na hora. Mais cedo havia dito que isso nunca funcionaria.

Foi tudo tão rápido que a minha cabeça começou a doer. Eu sentia o sangue escorrer pelo meu braço direito, mas mantive o arco apontado para aquele que eu não sabia quem era.

A luz da lua que vinha de fora e entrava pela única janela da cabana era fraca demais. Lá fora só se podiam escutar as corujas. Estávamos no meio da floresta. Quem poderia ter me encontrado lá? Foram horas de caminhada para eu chegar àquela cabana, onde residia o vampiro.

- Rose, sou eu. – disse o vulto.

Eu não reconheci a voz. Forcei a visão para tentar vê-lo direito, mas não consegui. Até que o vulto caminhou até a luz da janela e eu o reconheci.

Estava tão diferente... Muito mais bonito, a pele branca como mármore, e os olhos... Os olhos que algum dia tinham sido do mais perfeito azul agora eram de uma cor-de-sangue.

Eu recuei, sem baixar o arco, com lágrimas nos olhos. Eu tinha feito aquilo! Eu tinha o transformado naquele monstro. Se não fosse eu, nada disso teria acontecido a ele.

Eu fui caindo e perdendo a noção. Minha cabeça doía, meu braço latejava e sangrava.

Então a última coisa que eu vi foi o vampiro que eu tinha matado com a flecha, que jazia ao meu lado. Uma última voz:

- Rosalie!

        

        

         Acordei confusa e assustada. Eu estava em uma cama de hospital com as mesmas roupas sujas que eu estava antes de desmaiar. O meu braço estava enfaixado e tinham curativos na minha testa. Eu sentei na cama e percebi a dor que sentia na cabeça, onde estavam os curativos.

         Olhei em volta: o quarto era pequeno, as paredes pintadas em um claro tom de azul, os equipamentos barulhentos ao lado da cama. Que tipo de quarto era esse? Vi meu arco e a bolsa de flechas em cima da poltrona ao lado da porta. Graças aos céus não tinham jogado fora.

         Eu tinha que sair dali, aonde quer que eu estivesse, eu tinha que fugir. Iam fazer perguntas que eu não podia responder.

         Talvez me achassem uma suicida, com todas aquelas cicatrizes nos braços.

         Levantei e coloquei as minhas botas – não tinha tempo a perder – eu tinha que voltar àquela cabana e vasculhar até achar alguma informação sobre o Bloodred. Jason não tinha sido útil, pois ele não falou nada antes de morrer.

         Só sobre Emmett.

         Novas lágrimas se formaram ao me lembrar dele, mas eu logo as limpei. O que estava acontecendo comigo? Desde quando eu sou tão sentimental? Eu peguei o arco e a bolsa pensando no que as pessoas normais achariam disso – flechas com ponta estelar? – e abri lentamente a porta do quarto. O corredor do hospital estava silencioso e deserto. O meu relógio de pulso marcava cinco horas da manhã.

         Perfeito.

         Eu saí o mais depressa que pude do hospital, sem ser notada pelo atendente da recepção, e procurei alguma placa que pudesse me localizar.

         Caminhei pela cidade por um tempo, até chegar ao final dela, na estrada. Forks. Eu estava em Forks, a cidade mais perto da floresta onde estava o vampiro, segundo o meu mapa de bolso. Uma cidade pequena, pacata e úmida. Um ótimo lugar para sanguessugas, não acha?

         Eu voltei à cidade e resolvi esperar até amanhecer para tomar café da manhã e depois voltar à floresta.

         Foi inútil ele me trazer para a cidade sabendo que eu teria que voltar para a cabana depois.

         Sentei em um dos bancos de uma praça e contei minhas flechas. Eu só tinha cinco – teria que fazer mais em breve. Flechas que matam vampiros não se encontram em qualquer lugar, sabe. São flechas especiais. O cabo delas é feito de madeira e sal, a ponta é uma estrela de prata de cinco pontas – a única coisa que os corta.

         Quem descobriu esse método eficaz foi o meu avô, quem também era caçador. Antes só se matava vampiros cortando e queimando eles. A maioria dos caçadores ainda não conhece esse método, muito menos os vampiróides. É segredo absoluto que temos esta arma especial contra eles. Muitos se surpreendem: “Uma humana com um arco e flecha? Sério?

         Só assim eu consigo matá-los. Se eu não tivesse esse arco seria sangue fácil.

         Então eu notei que no fundo da bolsa havia um papel. Um papel que não era meu. Eu tirei depressa as flechas e deixei-as no meu colo para poder alcançar o papel. Ele estava amassado, mas eu consegui ler perfeitamente – até porque eu conhecia aquela caligrafia:

        

         Bloodred chegará em Forks à noite. Você não precisa sair daí. Deixe que eu cuide disso, está bem? Por favor, tenha cuidado.”

 

         Eu li três vezes, até ter certeza de que meus olhos não me enganavam. Como ele podia saber disso? Com a droga da sua super audição ou a droga da sua velocidade?

         Por que ele não vinha até mim e falava comigo cara a cara? Ele estava com medo de mim? Caramba, eu só queria pedir desculpas...

 


Escrito por Daay D. às 17:55
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