Templates da Lua

Sou uma menina de quinze anos que ainda acredita em contos de fadas, que gosta de ouvir música no último volume, que não vive sem as amigas, que adora incomodar as irmãs menores, que quer fazer faculdade de jornalismo, publicidade ou psicologia, que é indecisa – graças à mãe-, que é de lua, que se irrita fácil, que não gosta de nada que tenha matemática, que é fascinada pelos livros. Sou uma menina que não acredita em sorte, que quer escrever seu livro, que é viciada em chocolate, que não pode nem ver filme de terror de tão medrosa, que adora ver TV, que odeia estudar, mas estuda. Sou uma menina que quer viajar pelo mundo inteiro, conhecer gente nova e fazer compras, que sonha com seu príncipe encantado, que precisa conhecer, pelo menos, algum dos seus ídolos, para não pensar que há um complô lá em cima contra ela. Sou uma menina careta que quer muito ir para o Caribe com as amigas, ficar moreninha, beijar uns marinheiros gatchenhos e nadar naquela água transparente. Sou uma menina que acredita demais no amor. No único e verdadeiro amor. Aquele para a vida toda. Dayanne, prazer :) Pode me chamar de Day.

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Quarta-feira , 03 de Junho

Mudança.

 

Oooi! E aí, tudo bom com vocês? :) Vim só dizer que estou mudando por tempo indefinido para o www.nomeuporao.blogspot.com ; há tempos eu não estava me sentindo bem aqui no QSE (motivos de Dayanne, vá tentar entender --'). Eu acho que me perdi nele, então estou recomeçando. Eu não vou excluí-lo (longe disso, na verdade), e talvez eu até venha postar aqui, mas por enquanto, eu estou no Porão. Peço, por favor, que só quem goste do meu blog e de mim vá até lá :) Vai ser mais pessoal. Obrigada pela atenção. Beijo beijo :* Amo vocês, gurias <3


 


Escrito por Daay D. às 23:13
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Segunda-feira , 01 de Junho


 

Talvez nós nos perderemos

No tempo, e conforme

Nos esqueceremos de quem somos,

Nesse mundo estranho e diferente,

Mas você é linda.

Continue linda.

 


Escrito por Daay D. às 14:34
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Quarta-feira , 27 de Maio

 

 

Mas talvez um dia eu me vire,
E encontre um mundo novo,
E quando você sorrir, você me salvará,
E tudo vai ficar perfeitamente bem.


Escrito por Daay D. às 13:45
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Sábado , 23 de Maio

 

 

 

Se eu cair, você promete me levantar? Se eu me perder, você promete me salvar? Se eu fugir, você promete vir comigo? Se eu não conseguir enxergar, você promete ser meus olhos? Se eu perder a fé, você promete me ajudar a recuperá-la? Se eu precisar de você, você promete estar lá? 

Você promete me ouvir?

  

Eu estou cansada e triste. Eu caio, mas eu tento. Eu preciso que alguém entenda! Você pode me ouvir? Estou perdendo a esperança! Eu lutei por tudo que eu tenho. Você consegue me ouvir?

 


Escrito por Daay D. às 18:46
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Sábado , 16 de Maio

Whoever She Is (5), final.

        

Eu estava imóvel enquanto ele se mexia em curtos passos até mim. Estava se deliciando com o momento, me deixando com medo. Ele estaria na minha frente em meio segundo se quisesse.

         Chegando cada vez mais perto e tudo que eu tinha que fazer era levantar e acertá-lo com a flecha. Parecia fácil demais...

         Foi neste momento que eu senti a respiração fria dele atrás de mim, e aí eu ouvi um rosnado. Não era um, mas dois. Eles estavam lutando.

         Demorei até atinar que o segundo era Emmett e que ele estava me salvando outra vez.

         No escuro só ouvia-se os socos. Eles lutariam até morrer se eu não fizesse alguma coisa. Então peguei o arco que tinha deixado cair e mirei para aquele vulto menor, mas eles se mexiam tanto! Voavam longe quando recebiam um soco, mas logo voltavam.

         - Atire, Rose! – ouvi-o gritar.

         Eu fechei os olhos e atirei a flecha. Se tivesse pegado em Emmett eu estaria perdida. Mas então eu senti um corpo batendo no chão e fiquei com medo de abrir os olhos e ver quem eu tinha acertado.

         Duas mãos frias pegaram as minhas. Abri os olhos e o vi na minha frente, com aqueles olhos difíceis de decifrar.

         - Está tudo bem. Você o matou! Você matou o assassino do seu pai! Está tudo bem. – talvez ele quisesse me tranqüilizar, mas eu já não podia ser tranqüilizada. Eu não estava pensando em Bloodred, vivo ou morto, eu não ligava. Eu só pensava nele e em tudo que eu o tinha feito passar.

         - Me desculpe. – eu disse, chorando. – D-desculpe.

         - Não há nada para se desculpar! Não foi culpa sua.

         - Foi sim! – gritei; a negativa dele me deixou irritada. Era tão difícil me culpar? – A culpa é toda minha! Emmett, olhe o que eu fiz com você. – eu estava em prantos. Ele era quase irreconhecível. Suas mãos de mármore ainda seguravam as minhas.

         - Rose, está tudo bem. – ele sussurrou me abraçando com seu corpo gelado.

         - Não diga isso! Nada está bem. Nós nunca poderemos ficar juntos novamente. Se eu pudesse voltar atrás e te salvar... – mais lágrimas caíram.

         - Nós vamos dar um jeito nisso.

         - Não há como “dar um jeito nisso”, Emmett! Você não vê? Nós somos diferentes agora. De mundos diferentes. Eu sou uma caçadora, e agora você está do lado deles... Eu vi você com eles. – disse desesperada, tentando explicar.

         - Não estou Rose! O Dr. Cullen estava me ajudando. Eu estou do seu lado. Eu não matei ninguém, e nem preciso. O Dr. Cullen e a esposa só se alimentam de sangue de animais. Eles vão me ajudar...

         - Eu não posso, Emmett. – concluí, me afastando. – Me desculpe, eu sinto tanto! Mas eu não posso...

         Então eu saí correndo, tentando ver por onde ia através da escuridão e das lágrimas. Eu tinha que pensar, eu tinha que decidir; escolher se eu queria ficar com ele ou não. Eu tinha que escolher entre dois mundos, duas vidas. E eu não estava pronta ainda.


 

 

 

 

-

 

obrigada a quem leu e gostou! gente, é uma fic, e essa coisa de "o final faltou/ficou no ar/etc." é a intenção! porque é uma história para Caçadas Infernais, baseado em Formaturas Infernais, ok? que está postado no twilightfics.com, eu já dei o link né?

bom então é isso. ah, e saibam que o Jardel vai me fazer um novo layout, com uma imagem que eu fiz. tá muito fofa *-* notícias em breve. haha ;D

beijo beijo beijo girls ;* amo vocês *-*


Escrito por Daay D. às 23:38
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Quinta-feira , 14 de Maio

Whoever She Is (4)

já que vocês estão gostando... :D penúltima parte õ/ ;*

 

Estava menos cansada quando a noite chegou. Tinha tomado café assim que o primeiro bar abriu, e em seguida aluguei um quarto no Hotel de Forks (cada vez mais criativos) e dormi.

         A dona do hotel – assim como a cidade inteira – olhou desconfiada para mim. É claro, em uma cidade de três mil habitantes todo mundo conhece todo mundo. Eu sou a intrusa com um arco e flecha nas costas.

         Tomei um banho assim que acordei e depois saí para voltar à floresta.

         Vida de caçadora não é fácil. Seu trabalho não é reconhecido, você não ganha dinheiro e corre risco de vida todos os dias. Mas eu salvo pessoas. Tem que ser o suficiente.

         Eu estava descendo as escadas do hotel para ir embora quando ouço uma voz familiar falando com a dona do hotel.

         - Loura, um metro e setenta? Ela estava de jaqueta jeans e botas. – perguntava ele.

         Ele estava procurando por mim.

         - Ela fugiu do hospital e precisa de cuidados médicos. – disse outra voz.

         Eu me inclinei mais para poder vê-los.

         Era Emmett, e ele estava acompanhado de um louro alto e muito branco. Tão branco quando o seu jaleco.

         Era um deles, eu reconheceria de longe.

         Se eles acham que vão me trancar em um quarto e me deixar para trás, depois de tanto tempo perseguindo esse cara, eles estão redondamente enganados.

         Eu sabia que eles me descobririam ali, a julgar pela boca grande da dona hotel, então eu subi as escadas correndo novamente. Entrei no meu quarto e fui até a janela. Que droga, eu teria que pular.

         Botei o arco e flecha nas costas e botei o corpo para fora.

         Eu caí no gramado e apesar da dor no tornozelo logo levantei e saí correndo. Em direção à floresta.

 

         O negócio é que eu odeio insetos. Demais.

         Comprei uma lanterna no caminho para a floresta, porque ninguém merece andar pela floresta de noite e sem uma lanterna.

         Bloodred estaria na cabana, eu só tinha que chegar a tempo.

         Foi longa a caminhada, mas desta vez eu já conhecia o caminho, o que facilitou quando escureceu.

         Quando a cabana entrou no meu campo de visão eu pude logo ver dois vultos lá dentro, pela janela quebrada. A luz estava acesa e eu não conseguia ouvir nenhum barulho.

         Os vultos entravam e saiam do quadro da janela, como se estivessem caminhando preocupados. Um era alto e musculoso, o outro, por outro lado, era magro e baixo, quase indefeso. Cheguei a pensar que poderia ser um humano – eu nunca tinha visto um vampiro tão magro.

         Agachada, comecei a me aproximar da casinha de madeira em pequenos passos. Qualquer barulho eles poderiam ouvir. Eu estava chegando cada vez mais perto. Parei atrás de uma árvore e desliguei a lanterna. Logo depois ouvi um barulho de passos atrás de mim. Me sobressaltei e não me desequilibrei por muito pouco. Eu peguei a lanterna novamente e comecei a olhar em volta. Eles poderiam ter me ouvido, ou poderiam ter vigias do lado de fora. Deixei a lanterna no chão e botei meu arco a posto.

         Meu coração batia mais forte e minha respiração estava acelerada. Voltei a minha atenção a janela e vi que os dois vultos ainda estavam lá.

         Saí de trás da árvore com o arco e a flecha. Eu estava próxima o bastante para acertá-los.

         Assim que o vulto grande e musculoso entrou novamente no campo da janela eu atirei a flecha. Pegou nas suas costas, ele caiu e eu ouvi um grito de susto do outro. O vulto pequeno saiu pela janela para ver de onde tinha vindo a flecha, e eu me abaixei rapidamente. Mas ele iria me achar. Eu não tinha dúvidas.

         Ele me acharia pelas batidas do meu coração.

 


Escrito por Daay D. às 14:44
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Quarta-feira , 13 de Maio

 

Oi gurias! Vim aqui responder uma pergunta. Whoever She Is é uma fic de Crepúsculo, gente! Eu disse isso quando postei a primeira parte dela ;)
Também, o Jardel me fez um presente! Olhem *-*



Obrigada, Jardel! :DD

 

Beijos,
Day <3.


Escrito por Daay D. às 15:12
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Terça-feira , 12 de Maio

Whoever She Is (3)

 

lembrando que eu mudei o nome :D obrigada pelos comentários. espero que estejam gostando! beijo ;*

 

Ele afundou a faca no meu braço e por um momento só inalou o cheiro do sangue...

 

Minha dor se conteve a uma careta.

Ele estava prestes a levá-lo a boca quando algo entrou pela janela, quebrando os vidros e fazendo Jason pular de susto. O vulto o golpeou por trás, deixando-me livre. Eu corri para o meu arco e flecha no chão e acertei a flecha estelar no peito do vampiro.

Ele caiu morto na hora. Mais cedo havia dito que isso nunca funcionaria.

Foi tudo tão rápido que a minha cabeça começou a doer. Eu sentia o sangue escorrer pelo meu braço direito, mas mantive o arco apontado para aquele que eu não sabia quem era.

A luz da lua que vinha de fora e entrava pela única janela da cabana era fraca demais. Lá fora só se podiam escutar as corujas. Estávamos no meio da floresta. Quem poderia ter me encontrado lá? Foram horas de caminhada para eu chegar àquela cabana, onde residia o vampiro.

- Rose, sou eu. – disse o vulto.

Eu não reconheci a voz. Forcei a visão para tentar vê-lo direito, mas não consegui. Até que o vulto caminhou até a luz da janela e eu o reconheci.

Estava tão diferente... Muito mais bonito, a pele branca como mármore, e os olhos... Os olhos que algum dia tinham sido do mais perfeito azul agora eram de uma cor-de-sangue.

Eu recuei, sem baixar o arco, com lágrimas nos olhos. Eu tinha feito aquilo! Eu tinha o transformado naquele monstro. Se não fosse eu, nada disso teria acontecido a ele.

Eu fui caindo e perdendo a noção. Minha cabeça doía, meu braço latejava e sangrava.

Então a última coisa que eu vi foi o vampiro que eu tinha matado com a flecha, que jazia ao meu lado. Uma última voz:

- Rosalie!

        

        

         Acordei confusa e assustada. Eu estava em uma cama de hospital com as mesmas roupas sujas que eu estava antes de desmaiar. O meu braço estava enfaixado e tinham curativos na minha testa. Eu sentei na cama e percebi a dor que sentia na cabeça, onde estavam os curativos.

         Olhei em volta: o quarto era pequeno, as paredes pintadas em um claro tom de azul, os equipamentos barulhentos ao lado da cama. Que tipo de quarto era esse? Vi meu arco e a bolsa de flechas em cima da poltrona ao lado da porta. Graças aos céus não tinham jogado fora.

         Eu tinha que sair dali, aonde quer que eu estivesse, eu tinha que fugir. Iam fazer perguntas que eu não podia responder.

         Talvez me achassem uma suicida, com todas aquelas cicatrizes nos braços.

         Levantei e coloquei as minhas botas – não tinha tempo a perder – eu tinha que voltar àquela cabana e vasculhar até achar alguma informação sobre o Bloodred. Jason não tinha sido útil, pois ele não falou nada antes de morrer.

         Só sobre Emmett.

         Novas lágrimas se formaram ao me lembrar dele, mas eu logo as limpei. O que estava acontecendo comigo? Desde quando eu sou tão sentimental? Eu peguei o arco e a bolsa pensando no que as pessoas normais achariam disso – flechas com ponta estelar? – e abri lentamente a porta do quarto. O corredor do hospital estava silencioso e deserto. O meu relógio de pulso marcava cinco horas da manhã.

         Perfeito.

         Eu saí o mais depressa que pude do hospital, sem ser notada pelo atendente da recepção, e procurei alguma placa que pudesse me localizar.

         Caminhei pela cidade por um tempo, até chegar ao final dela, na estrada. Forks. Eu estava em Forks, a cidade mais perto da floresta onde estava o vampiro, segundo o meu mapa de bolso. Uma cidade pequena, pacata e úmida. Um ótimo lugar para sanguessugas, não acha?

         Eu voltei à cidade e resolvi esperar até amanhecer para tomar café da manhã e depois voltar à floresta.

         Foi inútil ele me trazer para a cidade sabendo que eu teria que voltar para a cabana depois.

         Sentei em um dos bancos de uma praça e contei minhas flechas. Eu só tinha cinco – teria que fazer mais em breve. Flechas que matam vampiros não se encontram em qualquer lugar, sabe. São flechas especiais. O cabo delas é feito de madeira e sal, a ponta é uma estrela de prata de cinco pontas – a única coisa que os corta.

         Quem descobriu esse método eficaz foi o meu avô, quem também era caçador. Antes só se matava vampiros cortando e queimando eles. A maioria dos caçadores ainda não conhece esse método, muito menos os vampiróides. É segredo absoluto que temos esta arma especial contra eles. Muitos se surpreendem: “Uma humana com um arco e flecha? Sério?

         Só assim eu consigo matá-los. Se eu não tivesse esse arco seria sangue fácil.

         Então eu notei que no fundo da bolsa havia um papel. Um papel que não era meu. Eu tirei depressa as flechas e deixei-as no meu colo para poder alcançar o papel. Ele estava amassado, mas eu consegui ler perfeitamente – até porque eu conhecia aquela caligrafia:

        

         Bloodred chegará em Forks à noite. Você não precisa sair daí. Deixe que eu cuide disso, está bem? Por favor, tenha cuidado.”

 

         Eu li três vezes, até ter certeza de que meus olhos não me enganavam. Como ele podia saber disso? Com a droga da sua super audição ou a droga da sua velocidade?

         Por que ele não vinha até mim e falava comigo cara a cara? Ele estava com medo de mim? Caramba, eu só queria pedir desculpas...

 


Escrito por Daay D. às 17:55
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Sábado , 09 de Maio

Save You (2)

só uma obrservação! eu mudei o nome de Save you para WHOEVER SHE IS. ok? beijos :*

 

- Você não respondeu a minha pergunta, docinho. – disse em sua voz harmoniosa.

         Eu gelei com sua aproximação.

         - Que pergunta? – disse.

Ele agora estava a poucos centímetros de distância do meu corpo indefeso. Eu estava amarrada a uma viga de madeira sem poder mexer os braços. Talvez eu conseguisse chutá-lo se ele chegasse um pouquinho mais perto, mas eu só ganharia uma terrível dor no pé.

         - Você não me disse se quer deixar um último recadinho ao seu namorado. – arregalei os olhos.

         - Eu n-não tenho namorado. – entrei em estado de choque. Ele não podia ir atrás de Emmett.

         - Não tem? Nossa, ele ficaria desapontado vendo você escondendo-o desse jeito. Qual é mesmo o nome dele... Emmett? – ele andava em volta de mim. Passos lentos e calculados. – Eu acho que ele gostaria de ouvir as últimas palavras de namorada humana... Devo guardar um pouquinho do seu sangue para ele? Deve ter sido muito difícil segurar a sede com uma coisinha tão linda como você à disposição.

         - Do que você está falando? – perguntei desconfiada, virando a cabeça para poder vê-lo. – Emmett é humano!

         - Nananina-não. – sussurrou em meu ouvido. – Por onde você esteve, Hale? – estive caçando você, idiota. – O seu namoradinho não é humano há algum tempo. Desculpe por lhe contar deste jeito, pensei que você já soubesse, mas parece que vocês têm que botar as fofocas em dia. – ele fez uma careta enquanto eu tentava pôr os pensamentos em ordem.

         - Como...?

         - Ah, eu mesmo fiz o trabalho. Como você não me encontrou antes, sobrou para ele.

         - Não. – sussurrei. Isso não podia estar acontecendo. Emmett um deles?

         - Pobrezinho, ficou tão desnorteado quando eu o encurralei. – prosseguiu.

         - Não! – gritei, as lágrimas caindo. Mentira!, tinha que ser mentira.

         - Ah, sim! – ele focou os olhos nos meus por um momento e depois cortou as cordas que me prendiam.

         Segurou o meu braço e o levou de encontro à faca.

         - Eu conto que você não vá tentar fugir. Só tornaria a sua morte mais demorada...

         Eu não iria fugir. Tudo que eu vi era a figura de Emmett se transformando em um monstro com garras, matando pessoas para sobreviver. Se ele havia se tornado algo assim, eu já não precisava mais viver.

         - Não vou mentir, Hale. Você daria uma ótima vampira, mas faz dias que eu não caço, e a sede está me matando, entende?

         - Tanto faz. – foram as minhas palavras para o vampiro.

         Ele afundou a faca no meu braço e por um momento só inalou o cheiro do sangue.

 


Escrito por Daay D. às 13:31
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Quarta-feira , 06 de Maio

novidades!

 

Oi gurias! Post rápido só para contar umas novidades. Eu fui convidada para escrever um texto (Algo a Mais) no blog www.quatroanos.blogspot.com, vão lá ver! *-*

Outra, eu a Fran fizemos um blog nosso, para nós duas escrevemos coisas juntas e etc. Se quiserem passar lá, www.elasusamrosachoque.blogspot.com

É isso! Eu queria pedir que vocês lessem esse post anterior (Save You) e me digam o que acham! Obrigada!

Beijo girls ;* Day.


Escrito por Daay D. às 19:38
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Terça-feira , 05 de Maio

Save You. (1)

 

hola chicas (: então, aqui a primeria parte de uma história, que se vocês gostarem eu posto mais! É uma história para a fic "Caçadas Infernais":
http://www.twilightfics.com/index.php/fics/exibir/1088
espero que gostem! beijos e obrigada por todos os comentários e as visitas. O blog foi eleito um dos blogs "mais legais do UOL", está lá na página www.blog.uol.com.br, se quiserem ver!

 

OBRIGADA, BEIJO BEIJO :*

 

 

Save You

 

 

Você já esteve cara a cara com a morte? Como se os últimos minutos da sua vida estivessem em contagem regressiva e não tivesse nada que você pudesse fazer para se salvar?

         Não? Eu esperava essa resposta. Não há nada do que uma boa alma normal para ouvir os últimos momentos de uma pobre alma bem “anormal”.

         Não era só mais uma caçada, era o último passo para chegar naquilo que tinha assassinado o meu pai. Foram longos dias pesquisando, tentando encontrá-lo. E no final, nada valerá a pena se os meus dias acabarem aqui. Da pior forma.

         Foram, hm, só quatro meses procurando este cara que me levaria àquele sanguessuga, conhecido por seus capangas como Sr. Bloodred, (eu sei, as pessoas atualmente desfrutam de uma criatividade admirável. Eu os invejo).

         Eu olhei de esguelha o meu arco e flecha no chão, longe de mim. Jason, o capanga de Bloodred, estava tagarelando de costas para mim, sobre algo que eu não fazia idéia. Quando eu me encontro em situações como esta, eu geralmente bloqueio as palavras assassinas dos sanguessugas e tento achar uma maneira de escapar.  É muito útil esse tempo – em que eles começam a dizer tudo que vão fazer você sofrer – para escapar; antes que ele comece todo aquele ritual ridículo de me cortar no pulso e drenar o meu corpo. Pelo menos é isso que eu espero que ele faça. Rezo para ele não ter a brilhante idéia de me transformar em um deles. Eu não suportaria virar o mostro que matou o meu pai. Ah, de jeito nenhum.

         Eu preciso me livrar destas cordas. E rápido.

         Foi então que eu notei um estranho silêncio na cabana. Ele havia parado de falar. Engoli em seco. Seria agora.

         Jason se virou para mim com um sorriso de extrema felicidade e me mostrou a faca bem afiada que segurava na mão direita.

 


Escrito por Daay D. às 13:54
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Quinta-feira , 30 de Abril

just like a star.

 

         Eu não podia voltar atrás. Não agora. Não desse jeito. Talvez eu me arrependesse depois. Se houvesse o depois. Eu tinha que deixá-lo para trás. Tinha que seguir em frente. Era tarde demais. Não havia nada para ser feito. Nada que eu pudesse fazer.
Quis chorar, mas me segurei. Toquei sua face com minhas mãos frias e sujas. Eu estava tremendo, tentando imaginar aqueles olhos abertos novamente. Levantei do chão úmido e o olhei pela última vez, com um soluço fragmentado que quebrou o silêncio da noite. Não ia desistir agora. Eu lutaria até o fim, e seria por ele. Tudo por ele.
Mesmo com determinação, uma vozinha ainda dizia em minha cabeça: Ele não vai voltar.

 

 

ganhei da Laaaaars <3 entrem? *-*
http://www.orkut.com.br/Main#Community.aspx?cmm=87825556&refresh=1


Escrito por Daay D. às 17:30
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Domingo , 26 de Abril

Eu decidi ser escritora.

 

 

Eu podia escolher ser advogada, médica, química ou professora, mas não. Eu escolhi ser escritora.

Muitas pessoas podem perguntar: por quê?

E será que existe realmente um por quê?

Eu posso tentar explicar. Criar, imaginar e me divertir é uma das coisas que mais gosto de fazer. Dar às pessoas algo que elas possam imaginar, fora da realidade. Fora desta terrível realidade.

Eu admito, quando eu era pequena eu detestava ler, mas adorava fazer poesias. Depois de ler a coleção de Harry Potter, fiquei convencida que estava perdendo tempo longe dos livros. Começar a ler foi uma das melhores coisas que já me aconteceu. Fascinada pelas histórias eu me senti inspirada para escrever também.

Criar e imaginar meus personagens fazendo coisas que eu sempre quis fazer, me deu vontade de realmente ser escritora. Muita gente me diz que eu vivo sozinha no meu ‘mundinho’. Talvez seja porque o mundo real não seja suficiente pra mim. Eu sou careta, gosto de romances e contos de fadas. E claro, espero ansiosamente o meu príncipe aparecer. Às vezes, nem eu mesma acredito que isso possa acontecer. Que, talvez, eu devesse esquecer essas bobagens e seguir em diante vendo só o que eu posso ver. E não além.

Eu sonho em escrever um romance, e viver um. Viver um romance digno de um livro, uma história de amor sem fim. E falo alto e em bom som, que eu vou continuar sendo assim. Não vou mudar porque vai ser difícil conseguir o que eu quero. Eu acredito. E isso basta pra mim. Só espero que não demore muito :)

Enquanto isso, eu fico aqui, diante de uma página em branco, com um lápis na mão, imaginando como será a minha história, pronta para vivê-la.


Escrito por Daay D. às 01:01
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Quinta-feira , 23 de Abril

Desculpe-me,

 

Uma simples palavra que muitos não conseguem dizer; não conseguem aceitar que estão errados e se desculpar.

Hoje eu queria me desculpar por muitas coisas:

 

Desculpe por não estar sempre sorrindo. Desculpe pelos maus momentos. Desculpe se algum dia não lhe apoiei como deveria. Desculpe pelas brigas sem razão. Desculpe por não conseguir dizer o que eu quero na hora certa. Desculpe se não sou corajosa e não enfrento o mundo como ele é. Desculpe se eu quero coisas impossíveis. Desculpe se nada que você disser vai me fazer sentir melhor. Desculpe por querer mudar tudo e todos. Desculpe por não gostar das coisas que lhe agradam. Desculpe as minhas manias irritantes. Desculpe o meu mau-humor constante. Desculpe por não ser totalmente feliz com o que tenho. Desculpe se eu não quero seguir o seu exemplo. Desculpe se a minha falta de comunicação tenha afetado nós dois. Desculpe se eu não sou perfeita. Desculpe por eu não ser magra e não ter um corpo lindo. Desculpe se eu já te ofendi de alguma maneira. Desculpe se algum dia eu não liguei para os seus sentimentos. Desculpe por eu ser tão egoísta. Desculpe por não ser honesta. Desculpe pela falta de carinho demonstrado. Desculpe por querer a minha vida tão certa, ela é minha, afinal de contas. Desculpe se eu não sou o que você esperava. Desculpe por ser tão fraca. Desculpe por não baixar a guarda, só tenho medo de não dar certo. Desculpe por nunca falar diretamente, as lágrimas saem antes. Desculpe-me, se eu fraquejar.

 

 


Escrito por Daay D. às 13:59
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Domingo , 19 de Abril

Continuação de Pura Sorte


no ar! :D www.puro-azar.blogspot.com
diga-me o que achas :)

 


festa anos 60 da Paula .õ/


Escrito por Daay D. às 14:37
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